Happy Hour também é comunicação

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Final de expediente, dia quente, semana estressada. Aí aquele cidadão – normalmente é sempre o mesmo – convida para o crime: bora pro boteco tomar uma gelada?

Em dezembro a prática é bem comum por causa das festas de final de ano, mas o happy hour frequente com os amigos do trabalho pode ser muito mais do que isso.

Isso porque, em nosso ambiente de trabalho, somos todos naturalmente forçados a assumir uma “persona”, queiramos ou não. Uns mais comportados, outros mais informais, o fato é que raramente somos nós mesmos o tempo todo no trabalho.

Quem não teve vontade de jogar tudo pro alto e dar um grito na janela no meio do dia?

Nessas horas, conhecer mais de perto quem passa 8, 10, 12 horas por dia ao seu lado pode ser uma vantagem interessante.

E tem lugar mais legal para ser você mesmo do que num ambiente descontraído, fora da “caixa do trabalho”?

– Ah, mas precisa ser no boteco?

Claro que não. Pode ser na igreja se você preferir.

O importante é promover uma integração capaz de fazer com que pessoas que pensem diferente conheçam a si mesmas com outro olhar, sob outra perspectiva.

A troca da informação, de experiências, das opiniões e das próprias histórias de fora do trabalho vão, por si só, dando forma a um time de profissionais mais comprometidos uns com os outros, mais sensíveis inclusive com as diferenças que naturalmente existem no dia a dia.

E nesse ponto um simples happy hour, de preferência estimulado naturalmente, pode servir como uma poderosa ferramenta de comunicação interna e de integração de sua equipe.

Pense nisso!

 

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